Salvador

Finalmente, apenas na terceira vez em Salvador consegui conhecer um pouco a cidade! Já havia ido uma vez num bate-volta que rendeu uma visita em Ilhéus e uma outra vez em um Carnaval (onde é quase impossível conhecer a cidade, mas isso eu conto em outro post) que rendeu uma visita à Morro de São Paulo.


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Como Chegamos

Fomos de Gol. Vôo bem tranquilo comparado com as minhas outras idas ao Nordeste. A Gol serviu um pacote de batata frita que parecia vazio de tão leve e um “pacote” com duas rosquinhas de coco. Pelo menos teve um repeteco de bebidas.

Onde ficamos

No Fiesta Bahia Hotel. Bem bonzinho, tudo certo com o quarto e com o banheiro. O café da manhã era ótimo, muitas opções de frutas, sucos, pãezinhos doces e salgados e pratos quentes. O melhor era a tapioca feita na hora, essencial para mim. Quanto a localização, não tenho com o que comparar, mas me pareceu longe de tudo. O bom é que tem o Shopping Itaigara na frente, não é assim um supershopping, mas tem uma boa variedade de lojinhas desconhecidas (para mim). É meio decepcionante ficar em um hotel no Nordeste que não tenha vista para o mar.
Vista da varanda de dia.
Vista da varanda de noite.

O que fizemos

Após o expediente, fomos até o Centro Histórico. Visitamos muito rapidamente o Mercado Modelo (fecha 18h30!), subimos o Elevador Lacerda (R$0,15!) e passeamos pelo Pelourinho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que comemos

De refeições, nada demais. Em compensação o meu café da manhã foi a base de tapioca, era cuzcuz de tapioca (com aquele leite de coco por cima), bolinho de estudante (com canela e açúcar salpicado) e a própria tapioca com queijo coalho. Delícia!

O que compramos

Roupas, acessórios e bibelôs no Mercado Modelo e no Shopping Itaigara. Algumas lojinhas pelo Pelourinho também tinham artigos interessantes, várias coisas que não vimos no Mercado Modelo. As que eram iguais, eram certamente mais baratas no Mercado.

Dicas

  • Acho que nem precisa dizer, mas não aceite brindes e fitinhas na região do Pelourinho, serão cobradas posteriormente de alguma forma. O que chateia é que um cara veio super atencioso quando viu 4 mulheres andando sozinhas a noite por lá. Passou um monte de informações, que não pedimos. Ficou andando com a gente, como se fosse nosso guia e bem que tentamos despistá-lo entrando em lojas, mas ele não desistia. As outras meninas sabiam por quais ruas andar ou não, mas ele passava a informação como se fosse novidade. E no final, obviamente ele pediu uma contribuição, por ter feito todo este “serviço”. Disse que se fosse um guia teria cobrado R$50 por cabeça! Aham, ganhou umas moedinhas de uma colega e ainda ficou bravo. Foi andando do nosso lado, falando e nos constrangendo! Entramos no primeiro táxi que vimos e fomos embora. O melhor é cortar logo no início, por mais chato que seja. E ele ainda falou para não aceitarmos as fitinhas que eram cobradas depois e o que ele fez não foi o mesmo? Enfim…

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